sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Registro reflexivo das 40 horas da 2ª formação


Arraial do Cabo – município do RJ – de 28/09/09 a 02/10/09


Esse encontro foi aguardado com ansiedade visto que precisou ser adiado por conta da pandemia que assolou o país causada pelo vírus H1N1.

À princípio, ele aconteceria em agosto. Finalmente, ocorreu no final de setembro no município de Arraial do Cabo – RJ. Antes de mais nada, que recepção! O município nos recebeu muito bem: as Secretarias de Educação e de Turismo não mediram esforços para que nos sentíssemos acolhidos.

Rever nossa formadora Keyla foi muito prazeroso; sua tranquilidade e simpatia natas nos fortalecem para continuar os estudos do Gestar.

A turma sempre muito contagiante, mostrou-se cada vez mais unida nas atividades e nos objetivos a serem alcançados. A apresentação dos encontros acontecidos em cada um dos municípios participantes do Gestar II confirmou que esse PROGRAMA é de suma importância para que as aulas de Língua Portuguesa em nossas cidades tornem-se cada vez mais prazerosas e produtivas para os nossos alunos.

Tivemos aulas teóricas sobre os TPs e fizemos muitas atividades em grupo que foram enriquecedoras. As sugestões de atividades extras levadas pela formadora com certeza serão bem aproveitadas nos nossos próximos encontros com os cursistas.

Momentos ímpares:

1) Logo que nos reencontramos foi colocada a mesma árvore preenchida por nós na formação inicial com palavras que levaríamos para nossos cursistas: a minha palavra foi MUDANÇA. Agora, deveríamos preenchê-la com o que colhemos nos nossos primeiros encontros e o que me veio à cabeça foi: SURPRESA BOA pois foi justamente assim que os professores viram o Gestar: como uma boa surpresa para suas aulas!

2) No nosso momento de Avaliação foi essencial ressaltar e esperar que as trocas de experiências entre nós, professores de Língua Portuguesa, não devem acabar com o término dessa formação. Elas devem continuar pois são primordiais para o nosso desempenho como educadores porque faz-nos estar constantemente avaliando todo o nosso trabalho para melhorá-lo sempre.

Enfim, momentos de estudos e confraternizações marcaram esse 2º encontro que ficará como MARCO de que é muito possível oferecermos uma EDUCAÇÃO mais enriquecedora quando trabalhamos de forma coesa e firmados no objetivo de realmente ENSINAR.

3ºEncontro - 2ª ETAPA - 19/09 – Tarde – (4 horas)


Nesse dia, à tarde, realizamos um encontro com todos os cursistas do Gestar II (turmas de quarta-feira, sexta-feira e sábado)

1º Objetivo: finalização do PROJETO.

Percebemos a necessidade de grupos de diferentes horários e realidades se integrarem, trocarem experiências e discutirem, juntos, o projeto; mesmo porque, professores cursistas de horários diferentes no Gestar farão o projeto juntos por trabalharem na mesma escola. Foi muito produtivo e muitos cursistas saíram desse encontro com um esboço bem adiantado do projeto e animados para a continuação da realização do mesmo em suas respectivas escolas.

2º Objetivo: Apresentação de uma matéria da revista Nova Escola de junho-julho-2009

“Além da reescrita” autores: Tatiana Pinheiro e Rodrigo Ratier .

Lemos a matéria, comentamos sobre o trabalho, expomos o passo a passo na tarefa de revisar e editar. Os professores acharam interessantes essas novas abordagens a respeito da reescrita textual, mostraram-se interessados e afirmaram que a nova proposta levaria os alunos a melhorar sua produção escrita.

Despedimo-nos, comentando sobre nossa próxima formação que aconteceria no dia 28/09. Elas disseram aguardar novidades.

2º Encontro – 2ª ETAPA – 19/09 e 25/09 – (4 horas)



Nesse encontro, realizamos a OFICINA 11 integralmente:

TP6 – Unidade 21 – Argumentação e linguagem

Unidade 22 – Produção textual: planejamento e escrita

I - Primeiramente, retomamos o estudo dessas unidades e confirmamos as discussões feitas no último encontro, principalmente a de que como mediadores do aprendizado, nós, professores, devemos proporcionar aos nossos alunos, nas aulas de produção de textos, “situações de planejamento variadas que sirvam como andaimes, passos, para a construção do conhecimento sobre o assunto a ser explorado no texto e as formas de organização do próprio texto.” (...) “ É de crucial importância que os alunos aprendam como incorporar os objetivos comunicativos no processo da escrita.”

Trabalhamos, também, o Ampliando nossas referências TP6 – p.59 a 62 que trata da Argumentação: “chamamos argumento a todo procedimento lingüístico que visa persuadir, a fazer o receptor aceitar o que lhe foi comunicado, a levá-lo a crer no que foi dito e a fazer o que foi proposto. Nesse sentido, todos os textos são argumentativos, porque são, de certa maneira, persuasivos.”

II – Apresentação do “Avançando na prática”

As atividades mais aplicadas com os alunos foram a da p. 54 que propõe a definição de uma idéia para ser defendida e a da p. 91 que pede o relato de uma experiência inesquecível antecedido de atividades de planejamento para a escrita. Eis algumas atividades:

III- A atividade proposta pelo TP foi muito bem aceita pelos cursistas que acharam-na muito interessante para fazê-la com os seus alunos: continuação de uma crônica a partir de atividades de planejamento e revisão. A continuação do texto original foi entregue aos professores e lido com eles. (Caderno doFormador p. 38). Eis a atividade de um dos grupos de cursistas:

IV- Avaliação da oficina:

Como a maioria dos professores cursistas leciona no 9º ano (8ª série) e nessa série o texto argumentativo é muito trabalhado, o estudo do TP foi muito enriquecedor pois trouxe muitas sugestões e práticas para o trabalho em sala de aula. Os professores perceberam que a aplicabilidade de algumas atividades como a de planejamento da escrita poderia surtir efeitos positivos em suas aulas de produção textual.

V- Como motivação para o próximo encontro conversamos mais um pouco sobre literatura para adolescentes e sobre a importância da ESCOLA em formar leitores.

PARA CASA: Estudo do TP6 (Unidades 23 e 24) com a realização de um “Avançando”

1º Encontro - 2ª ETAPA - 05/09 e 11/09 - (4 horas)

1º Encontro – 2ª ETAPA – 05/09 e 11/09 – (4 horas)

Após um breve descanso, retomamos as atividades do Gestar II em nosso município:

Foram dadas as boas-vindas aos professores e como motivação inicial pedimos aos cursistas que escrevessem numa folha que professor tinha marcado mais a sua vida e por quê. Na hora da leitura percebeu-se que professores primários marcaram mais, apesar de algumas exceções. Concluiu-se que, nessa primeira etapa enquanto estudantes, precisamos de muito apoio por parte dos professores que devem tentar fazer com que as crianças sintam-se mais seguras para continuar sua trajetória estudantil. Percebemos também que os professores marcam nossa vida tanto positiva quanto negativamente e que, por isso, precisamos ser, na vida de nossos alunos, alguém que faça a diferença, de maneira positiva, para que bons frutos sejam colhidos.

Após a discussão, passamos para o vídeo “O sabor e o saber”,uma realização da TV Escola, disponível em www.dominiopublico.gov.br; onde depoimentos de educadores confirmam as discussões feitas anteriormente, principalmente o depoimento do educador e escritor Rubem Alves que, com suas sábias palavras nos mostra que “Educar é ensinar a degustar a vida” e que “Educar não é ensinar respostas; educar é ensinar a pensar”.

“Professores que marcaram a minha vida” (Depoimentos de alguns cursistas)

“Professora Marizete (4ª série) – Grupo Escolar Getúlio Vagas”: esta professora marcou a minha vida escolar por causa do seu jeito de trabalhar. Ela se dedicava realmente aos alunos, fez uma amizade grande com meus pais e com pais de outros alunos. Fazia passeios eucativose recreativos com a turma. Nunca me esquecerei da visita que fizemos à 1ª torre da EMBRATEL, em Itaboraí. Na época a torre era uma novidade e como o marido da professora trabalhava lá, pudemos conhecer tudo (só não me lembro mais dos detalhes). Ela participava, na medida do possível, da vida social dos alunos, indo as suas festinhas de aniversário. Era muito amiga, mas também muito exigente, “não dava mole” para os alunos. Era bem competente no ato de ensinar.”

(cursista Rosemary Tavares)

“No início da minha vida escolar (1ª série primária), a professora Maria Auxiliadora fez a diferença: dedicada, atenciosa, carinhosa e gostava muito de mim. Eu, enquanto aluna muito dedicada, estudiosa, fazia todas as tarefas e não deixava nada a desejar; isso causava uma situação de inveja e intrigas junto à turma, mas nada atrapalhava nossa relação professora x aluna, relação essa que cultivamos até hoje. Para minha maior surpresa, quando comecei a trabalhar no Colégio Estephânia de Carvalho, eu a encontrei trabalhando lá. E foi a maior festa, com isso mantemos uma relação de amizade e carinho até hoje.”

(cursista Rita de Cássia dos Santos)

“A professora Marise pediu para que esboçássemos algumas linhas sobre aquele professor que mais nos marcou. Tenho certeza que a professora irá receber dos colegas cursistas um escrito de quando eles estavam cursando o primário, porque normalmente os professores desse período costumam marcar mais. Infelizmente nada me marcou muito nessa etapa, a não ser a professora da 3ª série, Tarcila, que solicitou a presença de meu pai para fazer queixas de meu irmão(onze meses mais velho), que não queria nada na sala de aula:”Pai, o seu filho não quer nada com o estudo, é bagunceiro, porém é inteligente, aprende facilmente as coisas, diferente de sua filha que, apesar de quietinha e apática, tem muitas dificuldades no aprendizado” (era eu). Como chorei naquele dia, mas tentei superar. Mas o que marcou mesmo foi a partir da 5ª série no Colégio Princesa Isabel, onde conheci o professor de Ciências, Odilo Custódio de Resende, um grande amigo e orientador. Após concluir o “admissão”, esse professor me levou para o Colégio Nossa Senhora da Paz para cursar o Normal, onde conseguiu uma bolsa de estudos integral. Minha consideração foi tão grande por essa pessoa que o convidei para ser padrinho do meu casamento, onde os outros eram todos da família. Obrigada por ter a oportunidade de falar sobre uma pessoa que marcou e contribuiu muito para o meu crescimento, minha índole e meu convívio social.”

(cursista Isabel Cristina Campos)

Embevecidos pelas conclusões a que chegamos partimos para o estudo do TP6 como um todo. Esse TP baseia-se no estudo da Argumentação cuja finalidade específica é a de convencer ou persuadir o interlocutor a respeito de alguma idéia ou comportamento e que para tal há uma diversidade de argumentos que devem ser usados para se defender melhor uma tese. Estuda-se, aqui, também, a prática da escrita refletindo sobre estratégias de planejamento, revisão e edição textual. Por fim, focaliza a literatura para adolescentes discutindo formas capazes de despertar no aluno o prazer e o valor da literatura.

Firmamos o propósito de que realmente “a escola é um espaço fundamental para desenvolver leitores. Para muitos segmentos de uma sociedade injusta como a brasileira, a escola torna-se a única ou última esperança de envolvimento com a literatura. Literatura é, pois, assunto da escola, porque é condição da plena cidadania, da plena participação na produção humana.” (TP6 p.166)

Para o próximo encontro pedimos para que fosse feito o estudo aprofundado do TP6 (Unidades 21 e 22) e um “Avançando na prática” referente a essas unidades.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

8º Encontro – 11/07 (8 horas)


Esse encontro foi atípico. Como não haveria outra data para realizá-lo, resolvemos fazê-lo sete dias após o último encontro. Isso foi de comum acordo entre as partes envolvidas visto que os professores não gostariam que as aulas acontecessem em seu recesso escolar ( 2ª quinzena de julho) pois haviam assumido outros compromissos.
Todas as turmas do GESTAR II em Língua Portuguesa estavam presentes. Aconteceu num sábado, de forma integral.

MANHÃ – (4 horas)
Inicialmente fizemos um caféda manhã com os cursistas, as duas formadoras e a coordenadora do Programa no Município que, numa breve fala, agradeceu a participação dos professores no Gestar e deu algumas informações sobre outros projetos/cursos em andamento no Município.Como forma de confraternização, cada formadora falou sobre a importância de estarmos juntos ali e entregou um bombom com os versos: “Vem, vamos embora/que esperar não é saber/quem sabe faz a hora/não espera acontecer” (Geraldo Vandré) enfatizando que nós, professores, somos sujeitos de nossas ações e qualquer mudança de atitude deve começar conosco.

Em seguida, todos reunidos, realizamos a OFICINA 10.
TP5 – Unidade 19 – Coesão textual
Unidade 20 – Relações lógicas no textoI- A Unidade 19 trata da COESÃO TEXTUAL que refere-se às relações de sentido que se estabelecem no interior do texto. Enquanto a coerência “combina” os textos com o seu exterior, com a situação sócio-comunicativa, com suas finalidades, com seu contexto, a coesão “combina” os textos no seu interior, através de elementos linguísticos que ligam as partes de maneira a formar um todo. Esses doisaspectos de construção textual – a coerência ea coesão – são responsáveis pela interpretação significativa e coerente de um texto. A Unidadetambém aponta dois tipos de coesão: referencial, constituída por termos linguísticos que remetem ao mesmo objeto, ou referente e sequencial que estabelece relações de encadeamento entre as partes do texto, produzindo a progressão temática.A Unidade 20 trata das relações lógicas do(no) texto. “Para que os “mundos” criados textualmente possam apresentar coerência, a partir de idéias ou informações, um texto também organiza essas idéias de forma lógica. Por isso, tanto a leitura quanto aprodução de um texto são orientadas por pistas a respeito de como organizar as informações veiculadas no texto. O leitor – ou produtor – atento procura por essas pistas juntocom as informações. Essas pistas marcam asrelações lógicas.” (TP5 p.181) Entre elas estão a temporalidade/identidade (por comparação)/negação e a implicação.
II- Apresentação dos “Avançando na prática”

Fizemos uma pausa para o almoço

TARDE – (4 horas)Continuação da OFICINA 10:
III- A proposta de atividade foi bem aceita pelos cursistas: propaganda de um produto usando a NEGATIVA. O interessante foi que os professores pensaram em objetos que faziam parte do universo do adolescente como espelho, celular.
Eis uma das atividades:

cursistas em atividade
IV- A avaliação da oficina foi positiva pois para os professores sempre se consegue tirar da oficina muita coisa produtiva para utilizarem suas aulas, mas, particularmente agora,pontuaram a falta de tempo como a maior dificuldade encontrada para uma melhor realização das atividades.
V- Aguardaremos as orientações da 2ª formação para os próximos encontros.
Após a oficina, fizemos a DINÂMICA da “chave e o cadeado” com dois objetivos: o primeiro para reforçar o tópico teórico da coerência sugerindo inclusive que essa atividade fosse feita com os seus alunos; segundo como forma de socialização do grupo, posto que ali encontravam-se professores de turmas variadas do GESTAR e o objetivo foi alcançado pois após a realização da dinâmica os cursistas sentiram-se mais próximos uns dos outros.
Agora, parecia que todos estavam preparados para uma AVALIAÇÃO dessa primeira etapa do GESTAR. Entregamos a folha de avaliação, os professores escreveram suas impressões, relatando-as também oralmente. Apenas algumas serão apresentadas, mas todos os professores, sem exceção, fizeram uma avaliação positiva da primeira etapa do GESTAR II em Língua Portuguesa no Município de São Gonçalo.

Terminamos essa primeira etapa com um LANCHE COLETIVO, animados para os próximos encontros apesar de todo o cansaço.
"SÓ DESPERTA PAIXÃO DE APRENDER, QUEM TEM PAIXÃO DE ENSINAR” CENTEC

Até a segunda etapa!

7º Encontro – 03/07 e 04/07 (4 horas)

TP5 – Unidade 17 – Estilística
Unidade 18 – Coerência textual

A OFICINA 9 também foi realizada integralmente aqui.

I- A Unidade 17 mostra-nos a noção de ESTILO no domínio da linguagem e o objetivo da Estilística, fazendo-nos compreender que estilo é o modo como falante constrói a sua fala e que existe um conjunto de recursos expressivos que pode ser utilizado na fala e na escrita para gerar um efeito de sentido.A Unidade 18 trabalha com a COERÊNCIA TEXTUAL que é a interligação harmoniosa entre as partes de um texto para garantir sua inteligibilidade, sua compreensão. Essa coerência melhor se dará quanto maior for o conhecimento de mundo do falante. “É pela coerência textual que se vê e se faz a diferença entre um amontoado de palavras e um texto” (TP5 – p.105)

II- Apresentação dos “Avançando na prática”Muitos professores escolheram a atividade da p.82 do TP em estudo por se tratar de uma atividade lúdica muito apreciada pelos alunos: o quebra-cabeça. Alguns professores, inclusive, disseram que aproveitaram a atividade para revisar aspectos gramaticais pois as avaliações bimestrais estavam próximas.Vejamos uma atividade realizada:





III- Para os cursistas, essa atividade foi excelente para fixar o estudo da coerência textual aliada à linguagem verbal e não- verbal e o efeito de sentido que essas linguagens trazem para o texto. Escolhemos trabalhar com diferentes propagandas como sugerido pelo Caderno do formador para tornar a análise mais rica e produtiva. Este trabalho ficou bem interessante:




IV- Nessa avaliação, os professores admitiram que o seu estudo teórico foi feito de maneira superficial porque o bimestre escolar está terminando e o número de atividades para realizar torna-se maior. Tudo foi um pouco corrido, inclusive a execução do “Avançando na prática”. Apesar disso, gostaram das atividades apresentadas nas Unidades e disseram que posteriormente trabalhariam essas atividades com seus alunos. Especificamente, nessa oficina, os professores levantaram uma questão: Como trabalhar qualitativamente com o TEXTO se na maioria das escolas do nosso Município não há uma biblioteca ativa? Foi feita, então, uma proposta: que os professores envolvidos no Programa fizessem um documento para apresentar à Secretaria de Educação pedindo a reativação das bibliotecas das Escolas Municipais, pois o fato é que, na maioria das escolas as salas existem, os livros existem (e são maravilhosos!) mas não há um funcionário capacitado para trabalhar em uma biblioteca. As “bibliotecas” são, na verdade, apenas um “depósito de livros” (palavras de uma cursista). A proposta foi aceita por unanimidade. Eis o documento que foi assinado por todos:


V- Estudamos a coerência textual. E a coesão textual? Há diferença entre esses dois termos? Discutiremos essa questão no próximo encontro.

PARA CASA: Estudo do TP5 (Unidades 19 e 20) com a realização de um “Avançando na prática”

6º Encontro – 19/06 e 20/06 (4 horas)

TP4 – Unidade 15 – Mergulho no texto
Unidade 16 – A produção textual – Crenças,teorias e fazeres

Realizamos, aqui, a OFICINA 8 de maneira integral.

I – Na Unidade 15 compreendemos que, devido à complexidade do ato de ler, nós, professores, precisamos nos preocupar em oferecer aos nossos alunos procedimentos de leitura no sentido de ajudá-los a desenvolver as habilidades de compreensão, formulando adequadamente as perguntas sobre o texto para que eles cheguem a uma análise mais pertinente das respostas obtidas; mostrando como chegar à estrutura do texto e por fim facilitar a consecução de um dos objetivos mais importantes da leitura: o ler para aprender.Na Unidade 16 a preocupação é com o ensino da escrita que deve ser entendido como prática comunicativa precisando ser desenvolvido de maneira processual através de atividades que valorizem a produção de significados.Achamos pertinente a análise do “Ampliando nossas referências” que trouxe o texto Por que meu aluno não lê? De Ângela Kleiman (TP4 – p.147/148). Através desse texto os professores confirmaram que, muitas vezes,a leitura em sala de aula não envolve PRAZER, por isso é uma atividade árdua. E nossa missão é mudar essa situação utilizando-nos de novas práticas no estudo do texto.Antes de passarmos para a etapa seguinte, lemos e fizemos uma apreciação de textos extras que justificavam vários níveis de leitura de um texto para ratificar a complexidade do ato de ler e que os conhecimentos prévios interferem na produção de significado de um texto.

II – Apresentação dos “Avançando na prática”Os professores apresentaram, nesse momento, atividades variadas como interpretação de texto, ordenação de parágrafos, diário, cartão-postal. Entre elas, está a atividade abaixo cujo objetivo era escrever um cartão-postal para um amigo:




III- A atividade proposta pelo TP foi bem aceita pelos cursistas principalmente porque seu tema PROFISSÕES é sempre bem discutido com os alunos. Em sua análise viram que teriam um material muito rico para trabalhar em sala com o envolvimento de vários gêneros textuais como a propaganda e a carta. Eis uma das atividades apresentadas:





IV – A avaliação da oficina pelos cursistas foi positiva. Eles continuam vendo nos TPs e AAAs uma gama de possibilidades de trabalho com os textos.

V – Perguntas feitas aos cursistas: Em que momento, no estudo da linguagem, falamos em ESTILO? Como tornar um texto coerente? Essas são algumas das questões as quais discutiremos no próximo encontro.

PARA CASA: Estudo do TP5 (Unidades 17 e 18) com a realização de um “Avançando na prática”.